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Defesa Civil interdita CEI em Taió

Publicado em: 24/12/2018 10:54:58 - Por Tatiana Carolina
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A Defesa Civil, interditou totalmente o Centro de Educação Infantil Bom Pastor em Taió, onde estudam mais de 100 crianças. O motivo é que o terreno ao lado da unidade teve um grande deslizamento de terra por causa de uma nascente. No local até mesmo um muro de gabião caiu e o trânsito está em meia pista por tempo indeterminado.


O diretor de Proteção e Defesa Civil de Taió, Jonata Petrowski Retke, explica que a decisão de interditar a unidade foi baseada na segurança para os estudantes e funcionários. “Uma sala de aula e a cozinha estavam com rachaduras e mexeu o piso, então por questão de segurança interditamos”, disse.


Ele adiantou ainda que já acionou a Defesa Civil do Estado, que vai mandar geólogos nos próximos dias para vistoriar o local. “Eles vão vir a Taió para descobrir exatamente o motivo. Achamos que é por causa da nascente, mas para ter certeza só depois dessa vistoria.”


As providências que serão tomadas e a decisão se o local poderá ser ocupado novamente, também serão definidas após o parecer da Defesa Civil estadual. Até lá o trânsito também permanece em meia pista. Jonata revela ainda que eles já jogaram cal na terra para evitar mais erosão e cobriram o local com lonas.


Por coincidência, as aulas para os mais de 100 alunos do CEI, que fica na avenida Luis Bertoli e pertence a comunidade Luterana de Taió, terminaram justamente no dia em que a unidade foi interditada, e deveriam ser retomadas no dia 4 de fevereiro, mas a direção ainda não sabe se isso será possível.


“Agora estamos vendo se vamos conseguir retornar nessa data ali ou em um outro local, ou vamos ter que adiar o início das aulas, vamos aguardar os geólogos para ter um parecer”, ressaltou a diretora Jucenara Comper.


Ela relata que há algum tempo os funcionários perceberam algumas fissuras na parede e acharam que era uma situação normal, mas a partir do dia 12 de dezembro a situação começou a se agravar.


“Percebemos então bastante umidade e essas rachaduras maiores, inclusive na sexta-feira ficou mais complicado para fechar as portas de uma sala e na segunda-feira quando retornamos, quase não conseguimos abrir, além de notar bastante rachaduras no banheiro que não haviam antes, e a cada dia foi aumentando”, lembra.


Diário do Alto Vale

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